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2 de março de 2010

Lição Tecnológica 2: Como salvar documentos da Torre do Tombo Online em formato Pdf

Atendendo a pedidos, um passo-a-passo para converter documentos do arquivo da TTOnline para o formato PDF.

1. Você vai precisar do programa Convert Image to PDF. Se o documento desejado tiver mais de uma página, utilize também o PDF Split & Merge (requer Java atualizado para funcionar).

2. No site da TTOnline, procure pelo documento desejado. No resultado da pesquisa, clique no número do documento:

3. Na página que se abre, clique com o botão direito na miniatura do documento e escolha "Salvar Imagem como...". Escolha um nome para o arquivo e salve. Faça isso com todos os documentos/páginas dos documentos desejados. Salve todos na mesma pasta.


4. Abra o Convert Image to PDF e configure as seguintes opções: "Seleccionar a acção a realizar" = "Converter ficheiros";  "Formato de ficheiro original" = "[2] JPEG (*.JPG)". No campo "Ficheiro(s) Original", clique no botão Pasta e selecione a pasta em que você salvou os documentos. Agora clique em Converter e pronto.

5. Para unir todos os arquivos PDF em um só, faça como ensinado no passo 5 do post Lição Tecnológica, e pronto!

1 de março de 2010

Lição tecnológica: Como salvar documentos do Sia-Apm em formato Pdf

OBS: Este post foge (pouco) do assunto do blog, mas trata de uma questão de utilidade pública (assim espero), pelo menos entre historiador@s e demais interessad@s em documentos.

Quem também acha um #$%&%%$#¨ ter que ler na tela (ou pior, transcrever da tela pro papel como eu costumava fazer) os documentos do SIA-APM levanta a mão!

Pois não é que eu descobri um jeito de passar os documentos para pdf, compartilhar e imprimir à vontade? Você me diz: "ah, mas dá pra clicar naquele botão 'Gerar PDF' no próprio SIA-APM, isso não é nenhuma novidade". Mas o fato é que eu nunca consegui gerar um PDF clicando naquele botão, e mesmo que conseguisse ficaria com aquele cabeçalho e rodapé horrorosos em todas as páginas... Então, se você é um@ perfeccionist@ compulsiv@ como eu (ou compartilhador@ compulsiv@, também como eu, rs), lá vai o passo-a-passo:


1. Você vai precisar dos programas CutePDF Writer e PDF Split & Merge (requer Java atualizado para funcionar).


2. Depois de instalados os programas, acesse a página do documento desejado. Abaixo do documento, clique no botão Imprimir:



3. Quando abrir a caixa de diálogo Imprimir, selecione CutePDF Writer no campo Selecionar Impressora e clique no botão Imprimir:




4.  Pode aparecer uma janelinha de alerta com o aviso "Imprimindo...", é só clicar em Ok. O CutePDF Writer vai abrir uma janelinha de "Salvar como". É só escolher uma pasta, dar um nome ao arquivo (eu sugiro usar como nome o número da página) e salvar normalmente. Se o documento desejado tiver mais de uma página, você precisará repetir esse procedimento para cada uma delas (requer paciência, eu sei).




5. Agora você tem um arquivo PDF para cada página de documento e isso é muito chato, certo? Resolva isso abrindo o PDF Split & Merge (pode demorar um pouquinho a carregar, dependendo do computador). Com a opção Concatenar/Extrair selecionada, clique em Adicionar e adicione os arquivos referentes a todas as páginas que você quer juntar. Certifique-se de que eles estão na ordem certa. Clique em Navegar e escolha uma pasta e um nome para o arquivo PDF resultante (o nome do documento, por exemplo). Agora é só clicar em Extrair e pronto! Esse programa tem outras "1001 utilidades", vale a pena conferir.



Quem deixar um comentário dizendo que já sabia fazer isso morre, hein? (Brincadeirinha)

25 de fevereiro de 2010

Primeira lição prática: nem sempre o que você planeja é o que o aluno precisa


M. vai fazer vestibular pela primeira vez esse ano e já conversamos algumas vezes sobre o assunto. Pois bem, passado o Carnaval (iniciado, portanto, o ano oficial no Brasil, rs) era hora de combinar o início das nossas aulas.
 

Enquanto M. não voltava de viagem, entrei nos sites das faculdades que sei que ela quer tentar, peguei programas, provas anteriores, fiz as provas, pesquisei editais, tracei “planos infalíveis”, rabisquei cronogramas… Decidi que a primeira aula seria sobre Expansão Marítima, que dentre os primeiros itens dos programas é o que eu mais tenho material. Feito isso, combinamos por e-mail o primeiro encontro para a próxima segunda, 1º de março. Eis que ela completa:
minhas provas começam mês que vem, no começo do mes tipo lá pro dia 10
e a prova de historia eh uma das primeiras
(…)
Ahh, a materia da minha prova é:
-Periodo Joanino
-1ºreinado
-regencias
-Emancipação da America Espanhola
-2º reinado
O que eu faço? Caio morta? Entre risadas eu percebi que não adianta nada você montar dentro da sua caixola o cronograma perfeito com o plano de curso perfeito, pelo simples motivo: se ele não der conta das necessidades do aluno, ele nunca será perfeito! Parece óbvio, né? Mas de vez em quando a gente se empolga em mostrar o que aprendeu na faculdade e se esquece das complexidades da vida real… Não interessa que eu tenha planejado a melhor aula dos últimos tempos sobre Expansão Marítima, interessa que M. tem prova e precisa aprender Período Joanino, Brasil Império e Emancipações na América Espanhola. E, como naquele ditado, what she needs is what she gets!

Fica a lição: planejamento não é coisa que a gente faz na nossa cabeça e joga em cima do aluno. Muito menos quando o aluno é um só, o que nos dá oportunidade de caprichar e oferecer um tratamento personalizado. Planejamento a gente faz no primeiro encontro, começando por um diagnóstico, buscando conciliar o que o aluno diz que precisa, o que a escola diz que ele precisa e o que a gente sente que ele precisa. E, claro, tendo sempre em mente que precisamos ser versáteis o suficiente pra mudar de planos sempre que for necessário. Acabo de ouvir a voz das minhas melhores professoras (putz, que sexista isso! Professor@s! Tive ótim@s de ambos os gêneros) ecoando lá do fundo da minha memória. Elas El@s iam rir muito da minha trapalhada, mas acho que ficariam orgulhosas orgulhos@s por no fim das contas eu ter aprendido por mim mesma o que elas el@s cansaram de dizer.

Enfim, diante da mudança de planos, a primeira coisa que eu fiz foi escanear e mandar pra ela por e-mail (ó que moderno) trechos do livro didático que eu considero o melhor que existe sobre História do Brasil, que é o do Boris Fausto (Edusp). Ah se o Boris Fausto e/ou alguém da Edusp lê isso aqui, hein?

Ainda falta escanear algumas partes, e enquanto faço isso vou relendo e preparando um estudo dirigido sobre cada assunto. A ideia é que ela chegue para o primeiro encontro com os textos lidos, os estudos dirigidos respondidos e as dúvidas anotadas. Até lá, eu estudo de novo, procuro materiais complementares e organizo uma aulinha mais ou menos expositiva (”exposição dialogada” deve funcionar nesse caso, certo?).

Ficam as dúvidas: Será que eu pedi demais? Será que esqueci alguma coisa? Socooooooorro!

Agora, mãos à obra. Em breve compartilho aqui o material que preparei.